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Textos by: Rute Barbedo

 

O lado produtivo do sono

March 31, 2015

Para além de nos abrir a porta para a Primavera, Março é o mês do sono, esse bem essencial que nos faz renascer todos os dias e de que muitas vezes nos esquecemos. Segundo a World Association of Sleep Medicine, a privação do sono afeta 45% da população mundial.

 

O primeiro impacto da privação de sono é sobre a nossa saúde. As funções restauradora, termorreguladora, de consolidação da memória e de redução dos níveis de atividade do organismo, proporcionando o descanso, são essenciais para que não percamos anos de vida com o acumular de horas mal dormidas. Horas que não dependem apenas da quantidade, mas muito da qualidade. O mesmo acontece no plano laboral: o conceito de produtividade não deverá ser confundido com o número de horas de trabalho.

 

São precisamente estes dois mundos – o descanso e o trabalho – que mais se afetam entre si na atualidade. Alguns dos sintomas mais notórios de noites mal dormidas são a baixa produtividade, a falta de concentração e uma performance cognitiva menos desenvolta. Pelo contrário, as perturbações do sono estão, muitas vezes, relacionadas com excesso de horas e de pressão a nível laboral. Outro fator que tem vindo a agravar esta realidade são as novas tecnologias, ao permitirem que o trabalho penetre as nossas vidas pessoais e nos afaste do descanso necessário.

 

Estarão as empresas a ganhar? A denominada “fadiga do trabalhador” pode reconhecer-se em sintomas como tempos de resposta mais lentos, aumento do número de erros, fraca articulação de palavras, capacidade reduzida na condução de veículos, aumento de comportamentos de risco, incapacidade de inovação e absorção de novos conteúdos, entre outros. Portanto, um trabalhador que não descanse não vale, certamente, por dois.

 

De acordo com a revista Sleep, que centrou um estudo publicado em 2011 nos Estados Unidos, os custos advindos de perturbações do sono representam 11,3 dias perdidos de trabalho por ano, ou seja, cerca de 2000 euros anuais por colaborador (o que corresponde a mais de 60 mil milhões de euros para o total da força laboral do país). Se extrapolarmos os dados para Portugal, o cenário é preocupante. Em 2014, a Oficina de Psicologia e a colchaonet.com inquiriram 4000 pessoas sobre o tema do sono. 54% afirmaram acordar cansadas e 49% assumiram não dormir continuamente. Mais: 30% dos inquiridos declararam que já não se recordavam da última vez que haviam dormido sete ou oito horas seguidas.

 

Como medir o sono?

Quantitativamente, há quatro planos que devemos considerar e respeitar para medir o impacto do sono na nossa qualidade de vida:

 

- o número de horas consecutivas em que estamos acordados;

- a quantidade de sono total ao longo de vários dias;

- o ritmo dos ciclos circadianos (a altura do dia em que o corpo humano percebe que está a entrar num novo ciclo, seja ele o de adormecer ou o de amanhecer);

- a inércia do sono (os minutos seguintes ao despertar, que não permitem ao cérebro funcionar em plenitude).

 

 

 

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