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Textos by: Rute Barbedo

 

A (cons)ciência do amor

February 2, 2015

 

Arthur Aron estuda o amor há 40 anos, até porque, para um campo como este, não há tempo suficiente. “A psicologia social consiste em escolher um tema que aparentemente não se pode estudar cientificamente e dedicar-se a ele durante anos”, explicou à edição brasileira do jornal El País.

 

 

Nos anos de 1990, o professor da Universidade de Stony Brook, em Nova Iorque, conseguiu o inédito: durante o estudo “A geração experimental da proximidade pessoal: Um procedimento e algumas descobertas preliminares”, duas pessoas desconhecidas apaixonaram-se ao cabo de 36 perguntas (http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/21/ciencia/1421860773_040293.html), num toque mágico da ciência de São Valentim.

 

O intuito da investigação era colocar alguns casais desconhecidos em interação (a partir de um questionário elaborado pelos cientistas) de forma a chegar a “um procedimento de pesquisa que permitisse criar em laboratório uma conexão temporal entre pessoas que não se conheciam em nenhum sentido”, ou seja, fomentar intimidade.

 

Daqui surge a célebre questão: podemos procurar o amor conscientemente ou ele simplesmente acontece? “A nossa imagem idealizada do amor sugere que é mais provável ser algo que nos acontece, mas isso não quer dizer que não possamos escolhê-lo”, responde o investigador, recorrendo ao exemplo de “casais arranjados que desenvolveram sentimentos muito românticos”. Embora não haja uma resposta certeira para esta questão, Aron manifesta uma convicção: “Podemos escolher conscientemente aprofundar e reforçar uma relação que já existe.” Como? Tendo em atenção os fatores-chave salientados pelo psicólogo norte-americano:

 

Nós próprios: “Se passamos por uma depressão, sentimos ansiedade ou nos mostramos inseguros, é mais provável que a nossa relação também passe por um mau momento. É preciso fazer algo para consertá-lo; por exemplo, fazer terapia.”

 

Stress: potenciado sobretudo por fatores externos, como uma crise económica, uma situação de guerra, uma catástrofe natural, acontecimentos sensíveis com pessoas próximas, situações laborais desagradáveis, etc..

 

O que pensam sobre o nosso companheiro(a): “É algo a que damos pouca importância no Ocidente, mas quando temos filhos, a família passa a ter muito peso.”

 

Dinamismo vs rotina: “É importante fazer coisas novas em casal – e que sejam um desafio – pelo menos uma vez por semana. É preciso lembrar que, no começo, tudo o que faz com que uma relação se consolide é novo e excitante, mas corre-se o risco de cair na rotina. Empreender atividades novas ajuda-nos a reconstruir essa sensação dos primeiros dias.”

 

Capitalização: “Se o companheiro ou companheira tiver sucesso, comemorem juntos. Comemorar os sucessos tem efeitos mais positivos para a relação do que apoio nos maus momentos.”

 

 

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