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NOVIDADE

 

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Textos by: Rute Barbedo

 

2015: o que vem aí

January 20, 2015

Pródiga em análises globais, a revista The Economist lançou as suas previsões para o novo ano. Das clivagens políticas à noção de que a cooperação é necessária, o mundo pula e avança.

 

“A maior parte das nossas atenções irá para as divisões – económicas, políticas e culturais – em todo o mundo”, alerta o editor da publicação The Economist num trabalho exaustivo sobre o que se espera de 2015 (http://www.theworldin.com/). Jornalistas e vozes externas convidadas para esta edição especial – entre as quais, as de Hillary Clinton, Bill Gates, Matteo Renzi e Joko Widodo – juntaram-se para tentar fazer o impossível. Se o editor-chefe alerta para a queda do ideal de cooperação frente à subida de filosofia nacionalistas, também se depositam esperanças sobre uma China que talvez comece a travar a sua solitária locomotiva económica para se focar mais na colaboração com outros países.

 

A unanimidade vai para o otimismo relativo à economia, que assenta bases num 2014 já mais vocacionado para o crescimento e criatividade. É claro que, neste segmento, as novas tecnologias tomam um papel central. “Será quase assustador, uma vez que teremos smartphones quase a ler as mentes dos seus utilizadores”, prevê o editor Daniel Franklin.

 

De uma maneira geral, as previsões são sobretudo negras no mundo mainstream: continuidade dos sistemas de corrupção; mais trabalho, mas não de qualidade; o mundo dominado por robôs e drones; o poderio de uma Rússia ameaçadora; o colapso do Médio Oriente; a tensão crescente entre países.

 

Clima de mudança

Virando a página (e talvez o livro inteiro), há quem acredite que o paradigma da civilização dita “ocidental” está num processo de destruição acelerado e não poderá aguentar muito mais, como é o caso dos Q’ero, uma tribo de cerca de 600 pessoas que vivem acima dos 4000 metros de altitude, nos Andes. De acordo com as profecias desta comunidade, a Humanidade está a atravessar uma importante transição a nível de consciência, em que o modo de viver de civilizações antigas aparecerá como o caminho a seguir, substituindo a barbárie atual. Para que a mudança seja possível, os anciãos falam numa espécie de rasgo no tecido do tempo, que permitirá ver o que fomos no passado e no que nos tornamos.

 

Sem que se conheça o paradeiro da verdade, muitos são os que apontam os momentos de crise como oportunidades de mudança. Seja para ver melhor, para criar mais ou para respirar de outra forma, deixamos aqui os testemunhos de três cidadãos gregos (http://www.publico.pt/multimedia/quatro-anos-de-austeridade-depois), recolhidos pelo jornal Público, que viveram quatro anos sob a conhecida austeridade e que deram a volta. Inspire-se!

 

 

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