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NOVIDADE

 

Todos os meses terá acesso a informação sobre as mais diversas maleitas que lhe tiram qualidade de vida e sugestões de como combatê-las. Esta secção é ainda dedicada a todos os temas relacionados com a saúde e bem-estar. 

 

Se desejar receber esta informação de forma cómoda e rápida ou se tiver alguma sugestão sobre um tema que gostaria de ver esclarecido, basta enviar um email com o seu endereço para: massajart@gmail.com 

 

Textos by: Rute Barbedo

 

Feliz por dentro e isso vê-se por fora

November 5, 2014

Se quisermos contar os estudos que desde o século passado têm vindo a comprovar que a felicidade faz bem à saúde, é muito provável que nos cansemos à primeira rodada. Um dos mais recentes foi desenvolvido no Instituto Max Planck para as Ciências do Cérebro e da Cognição, onde uma equipa de investigadores concluiu, entre outros pontos, que a perceção das relações sociais e a meditação fazem com que as emoções positivas se manifestem mais frequentemente, contribuindo para uma saúde mais plena.

            Também a Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo, afirma a relação direta entre felicidade e saúde, alegando que se é certo que o stress e o medo prejudicam o nosso organismo, o contrário também será verdade. Por exemplo, “a raiva crónica e a ansiedade podem perturbar as funções cardíacas ao mudar a estabilidade elétrica do coração, potenciando a aterosclerose e inflamações sistémicas”, lê-se no site daquela academia.

            “Mas as emoções negativas são apenas uma parte da equação”, diz Laura Kubzansky, professora na instituição, explicando que há indícios de que uma mente positiva contribua para a saúde ativamente. No entanto, os mecanismos de ação deste processo permanecem “um mistério” para esta cientista que em 2007 comprovou, com 6.000 pacientes, que o entusiasmo, a esperança, o envolvimento na vida e o equilíbrio emocional reduziam o risco de doença coronária.

            Já David Servan-Schreiber, um neurocientista que se dedicou ao estudo do cancro após lhe ter sido diagnosticada a doença, chegou à conclusão de que a depressão crónica aumenta exponencialmente o risco de morte. Tudo devido à secreção de cortisol e adrenalina, que estimulam a inflamação e reduzem a capacidade de resposta do sistema imunitário.

            Ainda assim, definir felicidade não é fácil e o dicionário não se apresenta tão exato quanto o homem exige. Potenciar e multiplicar os momentos de bem-estar pode ser uma das grandes vias para esse estado de equilíbrio emocional e plenitude, o que passa por uma alimentação prazerosa, mas cuidada, tempo para si mesmo (meditação ou simplesmente repouso mental), exercício físico e fazer-se o que se gosta.

 

 

 

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